Nossa história
Nascemos porque quase ninguém escrevia sobre clínica popular.
Era o dono de clínica popular quem mais chegava pedindo ajuda, e o que existia escrito servia pra consultório, estética e hospital. A ClintIA nasceu desse vazio, em 2020, no Rio de Janeiro.
Por que a gente existe
Profissionalizar o marketing e o comercial das clínicas que atendem o povo
Dentro da primeira agência de marketing médico do Brasil, onde o Bernardo montou o setor digital, começou a chegar um tipo de cliente que ninguém esperava: o dono de clínica popular. A clínica atendia oitenta, cem, duzentas pessoas por semana, o WhatsApp não parava e, mesmo assim, o mês fechava apertado. Ele vinha com uma pergunta simples, "o que eu faço pra isso virar um negócio que se sustenta?", e saía com a resposta feita pro consultório de ticket alto.
Não havia nada escrito sobre esse modelo. Sobre consultório, estética e hospital, prateleiras inteiras. Sobre a clínica que atende quem não tem plano e precisa de consulta pra esta semana, quase nada. Quem já tinha resolvido isso eram as grandes redes, que operam com processo: sabem quanto custa cada paciente, por qual canal ele chega e o que a recepção faz no minuto em que ele manda mensagem.
A ClintIA foi criada pra levar esse jeito de operar pra dentro da clínica de bairro. Só isso, e só pra esse tipo de clínica. O trabalho é entrar na clínica e resolver as duas pontas, o marketing e o comercial, com a equipe que ela já tem, e entregar mais do que foi combinado.
O que a gente ouve do dono
O dono de clínica popular quase sempre chega do mesmo jeito
- Sente que está sozinho. Acha que o problema é só dele, e não é.
- Vive no operacional. Se passar uma semana fora, a clínica sente.
- Já contratou agência, pagou e não resolveu.
- Não sabe se o problema está no marketing ou na recepção.
- A clínica está cheia e o fim de mês continua apertado.
Tem dono com o mesmo faturamento passando por isso agora, e tem quem já passou e achou a saída. Existe método pra resolver, e ele cabe no tamanho de uma clínica popular.
Por que só clínica popular
Consultório e clínica popular não são o mesmo negócio.
Clínica popular não é consultório com preço baixo. É outro negócio, com outra conta, e é o único tipo de clínica que a gente atende.
Consultório
De 10 a 15 consultas por semana, com ticket entre R$ 400 e R$ 600. Pode esperar meses por marca e paga caro por cada paciente sem quebrar.
Clínica popular
De 80 a 200 agendamentos por semana, com ticket entre R$ 60 e R$ 150. Precisa de volume agora, com o custo de cada paciente rastreado até o caixa.
O paciente também é outro. Ele procura, compara, quer agendar no mesmo dia e não compra o mais barato: compra o que cabe no bolso e o que responde primeiro. O que funciona pra hospital, estética ou consultório não funciona pra clínica popular.
A gente preferiu acertar num só.
Cultura de venda
Na clínica popular, quem atende precisa saber vender
É onde a maioria perde dinheiro sem perceber. O paciente chega, manda mensagem, pergunta quanto é. A recepção responde o preço e some. Não adianta a demanda chegar se ninguém conduz esse paciente até o agendamento.
Por isso a gente trabalha a recepção junto com o marketing. Quem atende deixa de ser recepcionista e passa a conduzir o paciente até a cadeira: atendimento rápido, técnica de venda e um processo feito pro volume que a clínica popular recebe. E o médico precisa saber quem sentou na frente dele.
Vender bem não é dom. É processo, e processo se ensina.
Valores e princípios
Cinco coisas que decidem como a gente trabalha numa clínica popular
Não é quadro de parede. É o que se repete nas reuniões da equipe e o que pesa quando o prazo aperta e o número vem ruim.
Cultura de número
Marketing e comercial são métrica. A gente mede tudo, planeja e decide com plano, não com sensação. Vale pra clínica do cliente e vale aqui dentro.
Satisfação do cliente
O dono da clínica satisfeito é a régua do trabalho. A gente acompanha isso clínica por clínica e age antes de virar problema.
Domínio de IA
A gente sabe usar IA pra entregar melhor, mais rápido e com menos custo. E pra gerenciar melhor processo e prazo.
Gente capacitada o tempo todo
Pessoas treinadas, que entendem o mercado de clínica popular. Estudar e se capacitar faz parte da rotina da equipe.
Cultura de venda
Na clínica popular, quem atende deixa de ser recepcionista e passa a conduzir o paciente até a cadeira. E o médico precisa saber quem sentou.
Nossa história
Bernardo Carneiro
Fundador da ClintIA
Clínica popular é o melhor negócio da saúde hoje. E é onde o dono tem menos informação. Eu vim pra resolver isso.
O Bernardo vem da MarketMED, a primeira empresa de marketing médico do Brasil: uma empresa familiar, fundada em 2001, que já era referência no mercado. Antes disso, estruturou um setor de marketing pela primeira vez na UFFinance, a empresa júnior da UFF. Na MarketMED, montou e passou a liderar o setor digital.
Teve uma época em que começou a chegar muito dono de clínica popular pedindo ajuda. Gente procurando informação, conteúdo, qualquer coisa que explicasse como tocar esse negócio. E praticamente não existia nada escrito sobre isso. Tinha muito material sobre consultório, clínica de estética e hospital. Sobre clínica popular, quase nada.
Então ele foi atrás de entender por que algumas redes crescem tanto e outras, do lado, não conseguem sair do lugar. Estudou, errou, aprendeu muito na prática. E percebeu que as etapas que fazem um negócio dar certo também funcionam na clínica popular, mas não do jeito que vem nos livros: precisam ser adaptadas ao público, ao volume, aos objetivos e às margens desse negócio.
Da Estatística, que cursou na UFF, veio o jeito de decidir: com número, não com achismo. Foi daí que nasceu a ClintIA, uma empresa que só atende clínica popular. Hoje ele responde pelo diagnóstico de toda clínica que entra e apresenta um podcast sobre gestão e marketing em saúde.
A equipe
Equipe profissionalizada em clínica popular
Quem fala com o dono é quem executa. A equipe inteira trabalha no mesmo método, e é isso que faz ele rodar do mesmo jeito em cada clínica.
Frentes de execução
Parte do time é tecnologia que a gente mesmo construiu. Ela organiza o projeto, prepara reunião e lê os números das campanhas. A decisão e a revisão continuam com gente.
Onde a gente está
Presentes em 19 estados e 44 cidades, entre clínicas atendidas e donos na comunidade
A empresa fica no Rio de Janeiro e o trabalho é remoto. O pino marca a cidade de uma clínica ou rede que a gente atende. O ponto menor, a cidade de um dono que está na comunidade.
- 19estados
- 44cidades
- 12cidades com clínica atendida
- 40cidades com dono na comunidade
Clínicas e redes atendidas
- PBJoão Pessoa
- BALauro de Freitas
- BAIpiaú
- GOGoiânia
- RJRio das Ostras
- RJCabo Frio
- RJRio de Janeiro
- RJNova Iguaçu
- SPSão Paulo
- SPSantos
- BASalvador
- MACoroatá
Donos na comunidade: cidades por estado
- BA7
- SP7
- RJ5
- GO2
- MA2
- MG2
- MS2
- PA2
- PB2
- PE2
- PR2
- RS2
- AM1
- CE1
- DF1
- ES1
- MT1
- PI1
- RN1
O jeito de o paciente procurar clínica popular muda pouco de uma cidade pra outra. O que muda é o tamanho da demanda.
O que perguntam sobre a gente
O Bernardo participa dos projetos ou só vende?
Ele responde pelo diagnóstico e pelo plano de cada clínica que entra. A execução é da equipe, com a liderança de operações como ponto de contato e respondendo pelo prazo combinado.
Vocês atendem clínica de qualquer porte?
Sim, de uma unidade a rede. O que define se faz sentido é o modelo: clínica popular, policlínica ou centro de diagnóstico, com pelo menos um ano de operação. Pra rede e multiunidade, o projeto é desenhado sob medida.
E consultório particular de alto padrão?
Não é o nosso trabalho. Consultório de 10 ou 15 consultas na semana e ticket acima de R$ 300 tem outros canais, outro ritmo e outra conta. A gente prefere dizer isso na primeira conversa do que fazer um trabalho que não vai render.
Vocês usam IA no trabalho?
Sim, e dizemos isso abertamente. Pesquisa, análise de concorrência e a primeira versão do posicionamento de cada clínica saem com ajuda dela. O que sai passa por alguém da equipe antes de chegar ao dono, e nada vai ao ar sem a aprovação dele.
Quer saber se faz sentido pra sua clínica?
Comece por quem somos e pelo que a gente faz. Está no site, etapa por etapa, pra você ler antes de falar com a gente. Se fizer sentido, são dois caminhos: a comunidade, pra aplicar com a sua equipe, ou o PROClip®, com a nossa equipe dentro da clínica.
Prefere aplicar com a própria equipe? Conhecer o Manual
Tem rede ou mais de uma unidade? Ver os projetos sob medida